23Março2019

NOTÍCIAS POLÍTICA Em dois meses, ES teve 5 senadores ao custo de R$ 73 mil

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Em dois meses, ES teve 5 senadores ao custo de R$ 73 mil

Magno e Ferraço eram mais caros que novatos

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Dois senadores eleitos em outubro, e dois derrotados receberam salários em janeiro -recesso – e fevereiro, mês da posse. Custo dobrado para o país. Magno gastou R$7.792,68 com Correios em janeiro, mês de recesso. Carta de despedida?

Nos dois primeiros meses de 2019 o Espírito Santo contou com cinco representantes no Senado. Dois devidamente remunerados, apesar do recesso parlamentar.

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Os cinco custaram aos cofres do país mais de R$ 73 mil. (ver tabelas abaixo). Magno Malta, por exemplo, gastou R$ 7.792,68 com Correios e outros materiais. O site do Senado não explica que materiais foram esses.

O cálculo leva em conta o último mês de mandato dos ex-senadores Magno Malta (PR) e Ricardo Ferraço (PSDB).

Assim como dos novos senadores Fabiano Contarato (REDE) e Marcos do Val (PPS). Contarato foi o que menos gastou.

Também entrou no cálculo os gastos do gabinete da senadora Rose de Freitas (PODEMOS). Eleita em 2014, ela tem mandato até janeiro de 2023.

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Derrotados mais caros

Os ex-senadores Malta e Ferraço, custaram juntos, em janeiro R$ 34.301,10.

Os novos senadores Contarato e do Val custaram, em fevereiro, R$ 16.187,40.

Os gastos do mandato da senadora Rose, nos dois meses, ficou em R$ 23.340,37.

Na média, representa um custo mensal de R$ 11.670,18.

Entre os ex-senadores e os novos senadores que apresentaram seus gastos em apenas único mês, ou janeiro, ou fevereiro, o maior gasto foi registrado pelo tucano. O último mês do mandato de Ferraço custou mais de R$ 21 mil.

O que menos gastou foi o senador Contarato. Aliás, ele se elegeu com a promessa de cortar gastos durante o mandato. O senador da REDE custou no primeiro mês de mandato quase R$ 4 mil. Malta e do Val apresentaram gastos de mais de R$ 12 mil, cada um.

O maior gasto dos senadores nos dois primeiros meses de 2019 ficou por conta das passagens aéreas que quase representou R$ 30 mil. Na sequência, os maiores custos ficaram por conta dos Correios e aquisição de outros materiais com mais de R$ 14 mil.

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A alimentação, o custo de combustíveis, as hospedagens e traslados representaram nos dois primeiros meses do ano mais de R$ 13,5 mil.

A contratação de consultorias, trabalhos técnicos e realização de pesquisas para servir de apoio ao mandato parlamentar representou mais de R$ 11.6 mil. Neste quesito contribuíram a senadora Rose de Freitas e o senador Marcos do Val.

Apenas Ferraço apresentou gastos com aluguel de imóvel para funcionamento de escritório parlamentar no estado. O menor gasto com cerca de R$ 500 foi registrado em compras com equipamentos e manutenção dos escritórios.

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Redação Portal Linhares Em Dia


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