16Dezembro2017

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“Pai de coração” ajuda filha a superar o câncer

“Um dia, ela virou para mim e disse: estou com câncer. Foi doloroso demais...''

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Amor, dedicação e otimismo. Assim o caldeireiro Valdir Araújo da Silva, 59 anos, enfrentou a doença da filha, a ex- modelo Dayane Silva Zottele Rampinelli, 27 anos. Valdir cuida de Dayane desde que ela tinha 14 anos, e, por isso, apesar de não ser o pai biológico da jovem, se intitula “pai de coração”.  “Um dia, ela virou para mim e disse: estou com câncer. Foi doloroso demais, mas me apeguei ao otimismo para superar essa fase difícil”, contou Valdir.

E foi com o apoio de toda a família que a ex-modelo conseguiu superar a doença, um tumor no colo do útero. Dayane disse que sentia dores frequentes. Ela sempre fez exames preventivos regulamente, por isso, não chegou a suspeitar de câncer. Ao tomar a decisão de consultar outro especialista, imediatamente foi encontrado um tumor de três centímetros.

Em 10 dias, a jovem emagreceu seis quilos e pouco tempo depois a sua função renal parou. Como mora na cidade de João Neiva, norte do Estado, Dayane teve que se deslocar até Vitória para realizar as etapas de seu tratamento. Por conta disso, foi necessário o auxílio da família para as tarefas de casa e o transporte. O carinho que a confortava durante todo esse processo, segundo ela, foi fundamental. De acordo com a ex-modelo, além da ajuda do seu “pai de coração”, ela também teve o apoio do marido, Wallison Rampinelli, 34, e da mãe, Rosângela da Conceição, 54.  “A fé em Deus também foi muito importante para a minha recuperação”, observou.

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Amor e superação

“Depois da radioterapia, ela teve uma melhora de 70% e eu nunca duvidei da nossa vitória”, comentou Valdir. “Assim como medicamentos e terapias, o amor é muito importante no processo de cura do câncer”, observou o médico responsável pelo tratamento de Dayane, o rádio-oncologista, Drº Carlos de Freitas Rebello. Segundo o médico, a vontade do paciente de vencer pode superar a baixa autoestima e evitar, por exemplo, que ele entre em depressão e que se entregue à doença.

Rebello acrescentou que o apoio da família é essencial para o paciente, pois ele precisa lidar com reações diversas, físicas e emocionais, que podem incluir dor, medo, angústia e culpa: “Para que o paciente responda bem ao tratamento, ele precisa de um lar acolhedor, onde as pessoas o compreendam, respeitem seus sentimentos e dores, e deem-lhe atenção, carinho e amor”.Redação

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